Unindo diversão e atividade física, “Altinho” difunde-se em Macaé
- 4 de abr. de 2018
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O Altinho é uma modalidade originada na cidade do Rio de Janeiro praticada à beira-mar e que tem como principal objetivo, não deixar a bola cair no chão. No início, esse jogo reunia só os homens, mas hoje, as mulheres também vêm se destacando à frente desse esporte que só tem crescido nos últimos anos. Para uma boa roda se formar, basta ter uma bola de futebol.
Em Macaé, toda essa onda não tem sido diferente. De acordo com Marcus Vinícius Rangel, 28, jogador do time Em Alta, “é notório que o Altinho cresceu muito aqui na cidade, pois quando eu comecei a jogar há três anos, existiam apenas o meu time e no máximo mais um. Hoje, no último final de semana do Verão, havia umas 12 rodas.”
Rangel atribui o crescimento da prática em Macaé à “paixão que as pessoas têm em jogar o esporte estando em contato com a natureza” e à praticidade: ”diferentemente do Futevôlei, em que se precisa de um mastro para marcação de pontos e divisão de times, o Altinho só necessita de uma boa bola de futebol e de 2 a 6 pessoas no máximo”.

Segundo ele, “ainda não pode se dizer que exista um profissional do Altinho, como no Futevôlei, que alguns conseguem tirar o seu sustento do esporte. Porém, tenho cada vez mais me dedicado a evoluir, trocar experiências e competir. Hoje, o Em Alta é o maior portal de expansão desse esporte, mundialmente falando. Basta acessar a rede social Instagram e conferir que repostamos inúmeros vídeos de pessoas de diferentes lugares, praticando essa modalidade”.
O Altinho também é o hobby de João Miguel Prado, 23. Ele acredita que o esporte “tem se alavancado devido ao apoio das redes sociais de grandes programas esportivos televisivos, como o Globo Esporte, Canal Off, Esporte Interativo, entre outros. Nessas, há grandes publicações referentes ao esporte, o que faz com que mais pessoas tenham interesse”.
Conhecer pessoas que joguem o Altinho é fundamental para começar a praticar a modalidade, porque os times quase sempre são formados por grupos de amigos. Mas, segundo Rangel, “existem duas escolas que são consideradas boas intermediadoras aos que desejam conhecer melhor o esporte ou praticá-lo. Uma é o Projeto Alta, coordenado pelo Rafael Zaror, na cidade de Rio Das Ostras e que tem fabricado mais e mais craques. Já a outra, é a do Em Alta, no Posto 9 de Ipanema, na cidade do Rio de Janeiro”.

















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